deitados sobre o manto sagrado teu...
ao fundo o som da música que te toca...
a que te leva aonde teus sonhos ganham asas...
mixado com o som de nossas vozes e risos...
o estalido da lenha com das labaredas...
tudo regago ao aroma de um bom vinho...
teu perfume...
o odor deixado pela madeira e das velas...
a penumbra cobreada deixada pela luz tênue das chamas
com o cintilar das fagulhas e o cintilar de nossos olhares...
o leve toque...
observações...
sensações...
juras e sussurros...
selados com um beijo intenso e muita paixão.
Voe Comigo!!!
Olá caro visitante! Aqui encontrará bons pensamentos, humor e reflexões que exprimem um pouco do que eu sou e espero que faça você pensar e viajar para fora do nosso cotidiano.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Sentimentos Enternecedores
Ela comparou-me a tanto outros que a rondam
pedi que um voto de confiança fosse oferecido
a magia de uma grande noite entendi como consentido
provando dia-a-dia que seu voto fora acertado
entendia que a confiança havia se concretizado
o abrupto rompimento já pré-anunciado
entre mil desculpas fez ciente de que não fora suficiente
passado o tempo descubro que a confiança não faz parte
não fora o ingrediente, nem as mil desculpas
todas elas que tanto me machucaram
descubro que foram maneiras de poupar-me
da razão verdadeira que escondera para nos poupar
não quero imaginar o que possa ser
mas no fundo eu sei
sigo espargindo meus sentimentos enternecedores
pois da dor só a dor derivará
eternamente, sempre para todo o sempre
pedi que um voto de confiança fosse oferecido
a magia de uma grande noite entendi como consentido
provando dia-a-dia que seu voto fora acertado
entendia que a confiança havia se concretizado
o abrupto rompimento já pré-anunciado
entre mil desculpas fez ciente de que não fora suficiente
passado o tempo descubro que a confiança não faz parte
não fora o ingrediente, nem as mil desculpas
todas elas que tanto me machucaram
descubro que foram maneiras de poupar-me
da razão verdadeira que escondera para nos poupar
não quero imaginar o que possa ser
mas no fundo eu sei
sigo espargindo meus sentimentos enternecedores
pois da dor só a dor derivará
eternamente, sempre para todo o sempre
sábado, 10 de julho de 2010
Take me on the Floor
Passo segundos a admirar
Mas o relógio teima em dizer que foram horas
Talvez eu entre em um estado onde vá a outra dimensão
Local que transforma meus momentos de apreciação
Sempre parcos e insuficientes de tamanha beleza
O dourado natural transpira a sensualidade em gritante discrição
Santificada melanina que compõe as cores daquilo que testemunho
Seu sorriso alvo num lindo contraste iluminando meu líbido
Os longos cabelos marcam traços da beleza indomável desta mulher
Que belo sorriso tu possuis
Que belo sorriso tu possuis
Que belo sorriso tu possuis
Fico a repetir sem parar
Pois outros adjetivos que lhe atribuo são inomináveis
Poderia dissertar por eras sem êxito
Sem sucesso dissertar de quão linda tu és
A mais bela entre as mais belas
Mas o relógio teima em dizer que foram horas
Talvez eu entre em um estado onde vá a outra dimensão
Local que transforma meus momentos de apreciação
Sempre parcos e insuficientes de tamanha beleza
O dourado natural transpira a sensualidade em gritante discrição
Santificada melanina que compõe as cores daquilo que testemunho
Seu sorriso alvo num lindo contraste iluminando meu líbido
Os longos cabelos marcam traços da beleza indomável desta mulher
Que belo sorriso tu possuis
Que belo sorriso tu possuis
Que belo sorriso tu possuis
Fico a repetir sem parar
Pois outros adjetivos que lhe atribuo são inomináveis
Poderia dissertar por eras sem êxito
Sem sucesso dissertar de quão linda tu és
A mais bela entre as mais belas
sexta-feira, 9 de julho de 2010
A Divina me Ulcera.
conecto ao mundo eletrônico em tua busca
tenho na esperança a força que me faz adentrar em teu átrio
palco onde guardo apenas más lembranças
assim como o inseto hipnotizado pela sedução
caio no emaranhado sufocante de tuas teias
inicia-se mais uma sessão nefasta
mais uma peça composta pelo algoz pianista
que a cada nota faz reverberar no interior de minh'alma
traz lembranças que as conheço bem
a composição que alterna momentos de sofrimentos e sem prazer
a cada nota sinto o açoite em minha essência
fazendo verter meus dramas
faz meu instrumento de apreciação
precipitar minhas mazelas
tornando-se um rio repleto de dores
ao final meu coração é um local vazio e inóspito para qualquer sentimento
assim se constrói um ser frio
o cafajeste de tantas outras
esta é a minha sina, minha maldição eterna
o sofrimento de tantas em busca daquilo que me renegas
tenho na esperança a força que me faz adentrar em teu átrio
palco onde guardo apenas más lembranças
assim como o inseto hipnotizado pela sedução
caio no emaranhado sufocante de tuas teias
inicia-se mais uma sessão nefasta
mais uma peça composta pelo algoz pianista
que a cada nota faz reverberar no interior de minh'alma
traz lembranças que as conheço bem
a composição que alterna momentos de sofrimentos e sem prazer
a cada nota sinto o açoite em minha essência
fazendo verter meus dramas
faz meu instrumento de apreciação
precipitar minhas mazelas
tornando-se um rio repleto de dores
ao final meu coração é um local vazio e inóspito para qualquer sentimento
assim se constrói um ser frio
o cafajeste de tantas outras
esta é a minha sina, minha maldição eterna
o sofrimento de tantas em busca daquilo que me renegas
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Hot
Uma conversa alegre e descontráida, foi a forma que tudo inicia, mas o assunto era seu charminho e suas esquivas de dar inveja a um pugilista. Durante muitos argumentos você coloca o dedo em riste diante minha face e me censura, sorrindo. Não resisto e interpreto como falácias que encobrem as entrelinhas de que o desejo é mútuo, assim entendo. Não estou ouvindo as incontáveis recriminações com um ar de sarcasmo típico. Para te interromper de forma que você não se afaste e perca esta proximidade que tanto me agrada, lanço um bote e detenho seu indicador mordiscando entre o meu sorriso. Começo a brincar ultrajante e marotamente com o nosso líbido.
Seus murmúrios incompreensíveis dizem que aprova meus atos e prossigo e caminho pela trilha feliz a bailar sem pressa a encontrar o feliz destino que é a união de nossos lábios. Há um momento mágico que fica entre o breve e o demorado, ao qual ninguém consegue definir assertivamente qual seria e para cada par é próprio e distinto. Onde o breve tira a expectativa e o demorado transpassa o ápice do desejo do contato. A urgência nunca presente, pois paradas em vários pontos não são compulsórias mas tremendamente prazerosas. Posso dizer que fora no limiar, pois mais intenso sinceramente não consigo imaginar.
Entre a satisfação e novas buscas percorremos a novas descobertas as quais sabemos onde tudo nos conduz sem um caminho determinado e definido.
Carícias, olhares, suspiros, vestes contorcem e dançam pelo ar, palavras sem sentido conexas ao contexto que nos rege sem marcações ou ordem. Meu dedos percorrem seu dorso tocando-lhe com o carinho e a virtuose de violoncelista em seu mais suntuoso solo de câmara. Percorrendo displicentemente do toque sedoso à rispidez das minhas garras. Provocando as notas que reverberam com o destino único deste ouvinte e a intesidade que varia proporcional ou inversamente proporcional. Quem está a reparar a estes detalhes? Seguindo o fluxo intenso de nossa paixão. Tudo muito rápido e cheio de detalhes que levariam décadas para descrever cada sentimento que emerge de cada ação.
De repente tudo para. A sensação é de que o universo faz uma breve pausa para testemunhar o momento único, posso garantir que a queda de uma pluma seria notada em meio ao silêncio. Nossos olhares conversam, mil palavras por segundo. As palavras emudecidas, palavras não verbalizadas, palavras do concentimento, palavras do que sim é o momento. Momento indescritível que só quem as vive entende, não há como traduzir em palavras. Nele tudo está inserido: a lascívia, paixão, sonhos, desejos, realizações. Sim agora somos como um único ser que pulsa com dois corações, duas mentes uníssonas no mais belo cântico que consigo imaginar.
Parece que em cada ação e desejo realizado sem tempo para deleitá-los partimos para o seguinte, a busca incessante do nosso "nirvana relacional". O ritmo compassado ou acelerado carrega significados impronunciáveis e desnecessários.
Paro por aqui minha manifestação pois não encontro palavras para descrevê-las e encerro dizendo que foi mais que tudo possa ser um dia entendido além do que alguém jamais vivenciou. O belo, o maravilhoso não podem descrever ou determinar. Pelo menos assim eu a considero.
Após esta exausta e satisfatória viagem quero ficar a conversar apenas com olhares novamente. Cúmplices pretéritos e presentes. Onde ficamos achando que sabemos o que se passa na mente de cada um, onde o porquê de cada dilatação ou mudança no tom da íris, até que eles se encerrem em sono profundo, quando já não estávamos neste estado anteriormente ou recomeçarmos os joguetes "sedutórios", satisfatórios e virtuosos ciclos.
Seus murmúrios incompreensíveis dizem que aprova meus atos e prossigo e caminho pela trilha feliz a bailar sem pressa a encontrar o feliz destino que é a união de nossos lábios. Há um momento mágico que fica entre o breve e o demorado, ao qual ninguém consegue definir assertivamente qual seria e para cada par é próprio e distinto. Onde o breve tira a expectativa e o demorado transpassa o ápice do desejo do contato. A urgência nunca presente, pois paradas em vários pontos não são compulsórias mas tremendamente prazerosas. Posso dizer que fora no limiar, pois mais intenso sinceramente não consigo imaginar.
Entre a satisfação e novas buscas percorremos a novas descobertas as quais sabemos onde tudo nos conduz sem um caminho determinado e definido.
Carícias, olhares, suspiros, vestes contorcem e dançam pelo ar, palavras sem sentido conexas ao contexto que nos rege sem marcações ou ordem. Meu dedos percorrem seu dorso tocando-lhe com o carinho e a virtuose de violoncelista em seu mais suntuoso solo de câmara. Percorrendo displicentemente do toque sedoso à rispidez das minhas garras. Provocando as notas que reverberam com o destino único deste ouvinte e a intesidade que varia proporcional ou inversamente proporcional. Quem está a reparar a estes detalhes? Seguindo o fluxo intenso de nossa paixão. Tudo muito rápido e cheio de detalhes que levariam décadas para descrever cada sentimento que emerge de cada ação.
De repente tudo para. A sensação é de que o universo faz uma breve pausa para testemunhar o momento único, posso garantir que a queda de uma pluma seria notada em meio ao silêncio. Nossos olhares conversam, mil palavras por segundo. As palavras emudecidas, palavras não verbalizadas, palavras do concentimento, palavras do que sim é o momento. Momento indescritível que só quem as vive entende, não há como traduzir em palavras. Nele tudo está inserido: a lascívia, paixão, sonhos, desejos, realizações. Sim agora somos como um único ser que pulsa com dois corações, duas mentes uníssonas no mais belo cântico que consigo imaginar.
Parece que em cada ação e desejo realizado sem tempo para deleitá-los partimos para o seguinte, a busca incessante do nosso "nirvana relacional". O ritmo compassado ou acelerado carrega significados impronunciáveis e desnecessários.
Paro por aqui minha manifestação pois não encontro palavras para descrevê-las e encerro dizendo que foi mais que tudo possa ser um dia entendido além do que alguém jamais vivenciou. O belo, o maravilhoso não podem descrever ou determinar. Pelo menos assim eu a considero.
Após esta exausta e satisfatória viagem quero ficar a conversar apenas com olhares novamente. Cúmplices pretéritos e presentes. Onde ficamos achando que sabemos o que se passa na mente de cada um, onde o porquê de cada dilatação ou mudança no tom da íris, até que eles se encerrem em sono profundo, quando já não estávamos neste estado anteriormente ou recomeçarmos os joguetes "sedutórios", satisfatórios e virtuosos ciclos.
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