terça-feira, 29 de outubro de 2013

IT

Ufanista, carente, sonhador.
Seja lá qual for o valor que ganha meus desejos, talvez peculiar a cada olhar.
Quero só que seja bel ao suficiente para me encantar, vaidosa na medida do meu fôlego furtar. Aos amigos, orgulhoso, apresentar.
Quero alguém para acariciar, em meu colo afagar, em seu olhar, suspirar.
Uma pessoa que me deixe ofegante e corpos exsudados de prazer. As maiores loucuras sadias me satisfazer.
O sagrado, sacramentado, lúdico, libidinoso e profano. Tudo junto ao mesmo tempo, agora.

Sem preconceitos e dogmas, simplesmente a quem amar e ser amado.

Palmeiras - Enfim, subimos.

Passamos, nada além da obrigação, nada além da normalidade, pois a deficiência técnica dos outros times era flagrante e latente.
Agora, cabe aos dirigentes organizar a casa, buscar metas e objetivos sólidos para em 2014 apagar esta passagem de sofrimento e vergonha a toda essa nação alviverde.
Há muita briga política, vide a Mancha Alviverde que vaiou, xingou, pichou a porta da instituição. Opositora e “pau mandado” de alguns conselheiros e ex  -dirigentes.
Isso é o maior câncer que nos aflige e não vislumbro o fim disso, infelizmente.

Que venha um 2014 de glórias e brios. Esta torcida merece.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Josie...

Vou meter a colher no tópico...rs

Concordo com quase tudo que foi dito da TE610 do MS, portanto começarei com a parte dissonante.
Ela tem um bom torque, realmente parece um trator sensivelmente mais “cavocadora” que a XT, creio eu. MAS a potência é o que o número diz, “míseros” 54cv. O fato dela perder a traseira é curioso, pelo seu alto torque, esperava que isso não acontecesse tão fácil como é dito nas revistas especializadas. Pois a FZ6 ela tende a erguer a frente mesmo em curva, ação que entendia ser exatamente inverso. A Josie (SM610) não levanta a dianteira como o MS descreve ao enrolar o cabo. Sendo que a minha é injetada e – teoricamente – deveria ser levemente superior em potência e torque. Veremos também, pois a minha ainda não passou por um scanner, pois as peças para tal só aportaram ontem.
Consumo, sempre fica acima de 20km/l, talvez a diferença seja o fato da minha ser i.e. seja fator determinante ou a mão do MS seja bem mais pesada (rs).
Tenho reticências ao acelerador dela, que é bem binário, muito difícil conciliar uma tocada com finesse sem dar “cabeçadas”.
Um fator positivo que o MS não destacou mas talvez seja pela diferença de sistema, é o freio. Absurdamente bom, Brembo com 230mm, ontem mesmo numa emergência, fiz um RL “acidental” de um metro sem perda de controle. Precisa ser o HULK para travar o sistema!
Partes convergentes:
Ratifico sobre a suspensão, irretocável, absurdo o que ela transmite de segurança, estabilidade e firmeza. Tanto é assim que quando ando com a Bia (FZ6) dou uma checada se a roda traseira não está solta.
Corroboro com a leveza dela, por ser esguia, muita gente não acredita que seja uma média cilindrada, só acreditam em funcionamento. Eu mesmo duvido destes números de 140 quilos, parece que ela tem algo em torno de 100 quilos, a facilidade de manobra é impressionante. Parece uma mountain bike motorizada.
Ela é divertidíssima, preciso chamar a razão e a consciência para conter abusos.
A parte elétrica dela é o que mais incomoda. Nada grave até agora, mas deixa-me ressabiado...
O velocímetro parou e voltou a funcionar (uma única ocorrência); o fusível da seta “pula” fora e causa mal contato (há uma gaiolinha para o fusível, deixando claro que é previsto no projeto); o shift light não funciona, mesmo que ao ligar na verificação do sistema, ele acenda; o dono anterior recomendou cuidado ao lavar a moto pois o FPS pode parar de funcionar, bastando umas “pancadinhas” para voltar a funcionar.
As peças que comprei nos EUA levaram mais de 60 dias corridos, parte foi a culpa da greve dos correios.
Por tudo isso, se você pode ter duas motos, ela é uma boa, recomendo, diversão garantida e sossego de roubo total. Como o MS falou ninguém a conhece, mesmo quando você fala o nome (que está grafado na aleta) as pessoas dizem “ah, então ESSA MOTO é de que cilindrada” (rs).

Sobre o óleo:
Tenho divergências sobre a opinião do MS, mas cada um tem sua concepção. Não quero colocar que a minha é correta, vou colocar a minha lógica e minha noção de bom senso, bem distante de colocar como a verdade e seja a vertente de consenso.
O Izzo colocou o 5100 o dono disse que colocou o 5100 (15W50) e a moto já está com 20 mil...o período mais crítico já se foi...vou colocar um óleo superior mas não da marca. Pretendo colocar um 100% sintético 10W50. Boas marcas com preço variando entre 40~50 reais o litro.
Vou optar por um “full synthetic oil” por:
1.    Maior intervalo de troca, numa dor de barriga tenho mais tempo para achar o filtro (vou fazer um estoque).
2.    O reservatório do radiador é diminuto, a ventoinha liga em altos regimes ou em tráfego intenso. Desliga rapidamente em questão de uma bela reta de menos de 300 metros. Risco iminente de um superaquecimento ocorrer (claro que confiro sempre o sistema). Portanto um óleo sintético seria bem vindo nesses casos. Sem dizer que fica nítido a diferença de funcionamento do motor e a imprecisão do câmbio (muito macio depois que pega o jeitão dele...rs)
3.    Como o intuito da aquisição da Bike foi a diversão (leia-se alto regime), um óleo mais eficaz é desejável.

Por fim, custo benefício...

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Livre Arbítrio.

Acho interessante ver as opiniões colocadas, posições e valores atribuídos.
Apesar disso, há muita dúvida do que representa a cada um este conceito tão polêmico e complexo que responde pela alcunha de “livre arbítrio”.
Alguns demonstram temores, ansiedades, medo, respeito. Com algumas articulações dialéticas, pode-se jurar que o tal “Livre Arbítrio” ganha até status de entidade.
Parte disso surge pelo ruído dogmático inserido nos valores de alguns, onde tudo ainda entra no campo dualístico do “é bom ou ruim”. Todos valores desta amplitude ganha, de mim, a conclusão do inconclusivo, do paradoxo.
Assim como o quanto mais eu explico o que é Deus mais distante dele eu fico; quanto mais sobre o Amor eu falo, mais do conceito visceral aproximo-me e distante do Amor Incondicional, do sentir encontro-me; quanto mais coloco regras, comportamentos, mais diáfana a linha tênue torna-se.
De onde surgiu os conceitos, o intuir que alguma atitude – por consenso – tornou-se a correta, a respeitosa, a de galhardia?

Ainda, dependendo do que se trata de lado de lá ou o lado espiritual, creio que quando se coloca esta separação, ainda é uma relação de sinergia, simbiótica. Ambos aprendem, ambos tem curiosidades. O de lá nos estudam e os de cá conjecturam...rs

Memorável.

O dia chega, parece surreal pela ansiedade e expectativa gerada para que se concretizasse. Causa calafrios, sorrisos bobos e faceiros.
Não há diálogos, deixamos para colocar o assunto em dia no descanso, agora, tudo é relevante além de nossos corpos uníssonos num propósito.
Beijo caloroso, indescritível por palavras, só quem sente pode saber. Vestes volitam pelo etéreo mais rápido que o sussurrar de uma palavra que ocorre em câmera  lenta mesmo que mal possa atentar além de teu belo corpo nu.
Exploro criteriosamente todos os detalhes da tua pele com meus lábios em direção ao aconchego do teu colo, um pouco abaixo. Adoro ficar ali enquanto observo tuas ações e contorções. Sou retribuído prontamente pelo serviço, creio de forma desproporcionalmente superior, avalio.
Sem palavras, só olhares e conjuntamente concluímos que é chegada a hora de enodar nossos corpos.
Pedes pela preferência de que a coloque em posição de submissão, obedeço de imediato, pois não vejo como algo que diminua, é um agrado poder observar praticamente todo teu corpo, a tatuagem em seu ombro...
Mudanças, alongamentos, malabarismos e surge um pedido “quero degustar seu êxtase”. Há uma explosão de euforia que me impulsiona ao caminho de satisfazer teu desejo.
Caímos exauridos lado a lado, sorrisos, suspiros, olhares, sorrisos.
O silêncio eloquente do grande ato cometido, a satisfação, o agradecimento, a cumplicidade.

Refocilando, nos acariciamos por minutos, horas, uma vida... 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O Sabiá.

Próximo ao serviço estava a curtir a bem-vinda primavera e admirava o canto do Sabiá, morador ilustre de tempos.
Eis que eu ouço um comentário de uma anônima “aí que canto chato”. Faz-me refletir o que ocorre com os moradores dos grandes centros.
Passam ignorando a pregação do pastor nas praças públicas, não se irritam com as buzinas e ambulâncias e estas conseguem isolar o canto solitário de um pássaro, ícone da força da natureza em meio a um sufocante cinza concreto que deveria nos prostrar de bons sentimentos e esperança.
Pelo menos era essa a visão que eu tenho.

É nestes momentos que eu me pergunto se realmente há esperança no mundo.

A busca.

Após várias e várias refeições e eis que surge a figura.
Coração palpitante, o eriçar na pele, boca seca.
Solto um sorriso em sua direção.
Sorrio com a boca, meus olhos, meu corpo, minha alma.

Só um aceno como resposta e nada mais...

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Dura Lex, sed Lex.

Foi-se o tempo que eram sábias estas palavras.
Válido em muitos países e continentes inteiros, aqui...
Inserido neste meio, não posso negar a minha responsabilidade.
Aqui, existe a expressão “a lei não pegou”.
Realmente existem leis que não vingam e cai no esquecimento. Como foi com o próprio cigarro, tantas sansões e mandos até que uma fiscalização rigorosa e multa pesada ao estabelecimento, fez com que se tivesse o bom senso uníssono com o consenso.
Culpa nossa, por não levar a sério o que está no “papel”. Nossa também é colocar gente incompetente para legislar. Ainda na nossa conta o fato de não se indignar quando quem deve cuidar e ser a voz técnica se deixa levar pela política e troca de favores.
Assim é o Brasil, terra onde a Constituição tem milhares e milhares de páginas, que poderiam ser poupadas pois bastasse colocar a ética e moral e identificasse condutas que desvirtuassem estes mandos.
Só que aqui é a terra da lei do esperto, não está específico, como é que eu ia saber que aquilo não pode?

Assim, muita coisa gritante passa incólume pelas barbas do bom senso e da civilidade...

Burlando o Sistema...nossa triste realidade...

http://www.youtube.com/watch?v=5CheeBoBCnE#t=116

Ai depois uns retardados desse estão na paulista, gritando "O GIGANTE ACORDOU", contra PEC da corrupção. O pior do Brasil são os (alguns) brasileiros.
Cinemark, por qualquer irregularidade, dava ingresso VIP ao cliente...McDonalds dava lanche novo sem retrucar...a Nike dava tênis novo por qualquer insatisfação do cliente. TODOS pararam com este procedimento no Brasil. Por quê?
Vídeo auto explicativo...

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Dualidade - Deus e o Diabo.

Dualidade vai além do conceito espiritualista...é uma necessidade humana para compreender o meio em que está inserido. Frio/ quente, preto/ branco, claro/ escuro, certo/ errado, para se colocar, identificar o que nos cerca.
Ela serve como um freio, limites...
Voltando ao lado espiritual, Moisés lá trás enfrentava problemas com seu povo...os valores morais pouco definidos e para colocar uma ordem para que pudesse administrar os “fugitivos” sem que a anarquia detonasse seus objetivos, veio com as 10 regras de conduta. Bem rígido para que não houvesse brecha para interpretações e “mandamentos” que não pegassem...rs
Com o povo mais ordeiro e com valores morais mais definidos, era a hora da evolução o novo evangelho mais light, menos duro (para época).
O Problema é que pouco se evoluiu por séculos, sem dizer também que o cristianismo ganhou uma amplitude além do esperado, principalmente quando Julinho o adotou em detrimento do politeísmo.
Na entrada do terceiro milênio começam alguns questionamentos e as instituições cristãs começam a se coçar...
A pergunta que fica, prontos para ter o bom senso de se viver em consenso? Duvido...rs
Nessas, estamos inseridos num período em que estamos ainda com a cultura da dualidade enraizada em nossa mente. Transcender parece bem distante da nossa realidade.
Enfim, qualquer coisa como tudo ou positivo e negativo é tudo a mesma coisa soa nada inteligível...

A luz veio depois, pois antes não havia a noção que estávamos no escuro...pois tudo era escuridão...rs
Para quem ainda não me entendeu, a dualidade se faz mais necessário quanto menor é o intelecto da população.