Acordei após uma boa noite de sono com o tintilar das gotas da chuva serena que caía e se intensificava ao escorrer pelo telhado.
Um longo e gostoso espreguiçar. Confirmei o horário e lá marcava 5:45h, como havia programado e mais desperto exclamei: "FUDEU!!!"
Desculpem , não há palavra que defina de melhor forma o meu sentimento. Pois com chuva, o trânsito, o ônibus, o trem e o metrô estariam um caos.
Longe de estragar o meu dia pois, se assim o fosse, estaria lamentando e não achando graça. Não é verdade?!
Olá caro visitante! Aqui encontrará bons pensamentos, humor e reflexões que exprimem um pouco do que eu sou e espero que faça você pensar e viajar para fora do nosso cotidiano.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Humor: Momentos Homos na Vida de um Hetero III.
Mais uma da coleção.
Tudo começou com um dia muito quente e sufocante, eu estava com uma vontade imensa de atenuar o meu mal-estar com um belo e gelado sorvete. Já tinha a imagem dele formado em minha mente, seria um Top Sundae do McDonald's.
Encontrando uma unidade fui logo pedindo o tão desejado. Enquanto a garota se retirava para atender o meu pedido, reparei que havia retornado a promoção do sorvete com Amora. Falei com a garota sobre a possibilidade da troca do meu pedido. Devido ao calor o movimento era intenso e percebia-se uma certa irritação da atendente com o excesso de fluxo de pessoas e pedidos. Tentei ser o mais delicado e solícito possível. Só que em momentos assim a minha voz tende a perder um pouco da masculinidade. Complementando esse momento, não me perguntem o porquê pois eu também não sei explicar, acabei meio que por deixar o meu pulso um tanto frouxo, com movimentos em excesso.
A menina olhou com cara de um certo desconforto e eu também não entendia bem o que acontecera. A única certeza é que eu devia tentar mudar um pouco esta impressão que não condiz com a minha opção/ orientação, creio eu. Pigarreando, executando uma breve pausa e concentrando para fazer a voz mais máscula e de tom grave que eu teria a capacidade. Olhei em seus olhos, pensei um pouco e disse: Bom, depois desta voz, o trejeito e pedir um sundae com cobertura de amora, acredito que nada que eu fale agora vá mudar a imagem que você fez da minha pessoa, não é mesmo?
A atendente deu um sorriso amarelo e não disse nada, simpelsmente fez aquela cara de que " eu não tenho nada a ver com isso, só estou aqui ganhando o meu dinheiro honestamente". Verifiquei que nada que eu falasse melhoria a minha imagem. Muito pelo contrário, lembrei nesse momento de nossa querida ex-ministra do Turismo e segui o seu conselho. Longe de qualquer conotação sexual, foi um dos melhores sundaes com cobertura de amora que eu tomei. Saudades.
Tudo começou com um dia muito quente e sufocante, eu estava com uma vontade imensa de atenuar o meu mal-estar com um belo e gelado sorvete. Já tinha a imagem dele formado em minha mente, seria um Top Sundae do McDonald's.
Encontrando uma unidade fui logo pedindo o tão desejado. Enquanto a garota se retirava para atender o meu pedido, reparei que havia retornado a promoção do sorvete com Amora. Falei com a garota sobre a possibilidade da troca do meu pedido. Devido ao calor o movimento era intenso e percebia-se uma certa irritação da atendente com o excesso de fluxo de pessoas e pedidos. Tentei ser o mais delicado e solícito possível. Só que em momentos assim a minha voz tende a perder um pouco da masculinidade. Complementando esse momento, não me perguntem o porquê pois eu também não sei explicar, acabei meio que por deixar o meu pulso um tanto frouxo, com movimentos em excesso.
A menina olhou com cara de um certo desconforto e eu também não entendia bem o que acontecera. A única certeza é que eu devia tentar mudar um pouco esta impressão que não condiz com a minha opção/ orientação, creio eu. Pigarreando, executando uma breve pausa e concentrando para fazer a voz mais máscula e de tom grave que eu teria a capacidade. Olhei em seus olhos, pensei um pouco e disse: Bom, depois desta voz, o trejeito e pedir um sundae com cobertura de amora, acredito que nada que eu fale agora vá mudar a imagem que você fez da minha pessoa, não é mesmo?
A atendente deu um sorriso amarelo e não disse nada, simpelsmente fez aquela cara de que " eu não tenho nada a ver com isso, só estou aqui ganhando o meu dinheiro honestamente". Verifiquei que nada que eu falasse melhoria a minha imagem. Muito pelo contrário, lembrei nesse momento de nossa querida ex-ministra do Turismo e segui o seu conselho. Longe de qualquer conotação sexual, foi um dos melhores sundaes com cobertura de amora que eu tomei. Saudades.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Humor: Cada Corrida uma História.

Faltando alguns minutos do início ou na chegada de uma prova, eu gosto de ficar observando os sujeitos que chegam ali para participar e o seu perfil. Para quem não participa fica difícil de entender que há uma variedade de objetivos além o de senso comum. Alguns muito sérios e compenetrados, alguns flertam por demais, outros estão ali só pela curtição. O segundo exemplo que citei, lembra de uma passagem em que a minha amiga estava fazendo alongamento antes do início e o sujeito ali no ócio, foi observar alguns atributos dela e cometeu um erro gravíssimo de não analisar o ambiente ao seu redor. Acreditem, o sujeito estava tão compenetrado que até inclinou a sua cabeça. Nesse momento, eu - percebendo o que ocorrera - iria coibir ou até tirar satisfação do vivente. A distância que nos separava era inferior a dois metros.
Olhei o sujeito nos olhos. Percebendo que fora flagrado em sua total indiscrição e observando a minha expressão de que tomaria satisfações, o sujeito botou em retirada acelerada. Segui o vivente por alguns metros.
Depois que o perdi de vista comecei a rir do corredor distraído. Não ocmentei nada com a minha amiga. Afinal isso só tiraria a sua concentração, poderia inibir o seu alongamento/aquecimento comprometendo a sua corrida. Mesmo depois do término da prova não teci qualquer comentário, pois o fato já faz parte do passado e nada de positivo acrescentaria. Portanto, talvez ela só venha a tomar ciência do fato através desta mensagem que digito neste momento. Caso isso ocorra, só lembro que fui ali coibi-lo e a defenderia custe o que custar.
Seria hilário se coincidentemente o incidente fosse no início da prova, pois eu sairia correndo atrás do cara um bom pedaço, mesmo que isso comprometesse toda a minha estratégia de corrida. Se tal fato ocorresse, acredito que seria o melhor tempo de todos os tempos do cidadão.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Humor: Momentos Homos na Vida de um Hetero II.
Outro causo que ocorreu comigo, envolvia o meu cunhado. Minha mãe estava protelando a compra de um colchão novo para sua cama e isso já fazia quase um ano. Ela estava determinada e no dia em que ela iria comprar surgiu um imprevisto. Impossibilitada de sair e decidida a não mais dormir no seu velho colchão ela solicitou que eu fosse. Pediu para o meu cunhado acompanhar e ajudar, caso tivesse que carregá-lo até a pick-up.
Lá estávamos eu e meu cunhado na loja de colchões e o vendedor muito solícito estava mostrando a sua grande variedade de modelos e preços. Eu ali analisando sem muito interesse, apesar de ser para a minha querida mãezinha a gente não cuida muito e só olha a parte prática e objetiva do produto.
Em certo momento o vendedor diz que "nós" gostaríamos de um determinado modelo e que o mesmo era muito durável.
Nesse momento eu fiquei meio cabrero com o comentário do cidadão, pois desde que cheguei ali deixei bem claro que o colchão era para os meus pais. Comecei a prestar mais atenção em suas palavras do que nas qualidades dos colchões e nos preços. O meu cunhado parece que não havia reparado na forma como o vendedor estava encarando o cliente.
Logo depois dessas observações eu reparei que o vendedor usa novamente a expressão "nós" e interrompi o seu discurso e expliquei bem explicado que, como havia dito anteriormente, o colchão era para os meus pais. A reação do vendedor foi a pior possível, deu a impressão de que ele havia pensado que "essa é a desculpa que sempre um casal gay usa". Neste momento surge um grande dilema. Se eu fico mais irritado com o vendedor e vou para outra loja, fica a impressão de que o casalzinho foi pego e agora, envergonhado, se retira. Mas ficando, se fingindo de palmeira ao vento, parece que a gente não liga para o fato. Algo como: "somos mesmo e daí?" Olhei para o meu cunhado que diante o meu diálogo com o vendedor finalmente percebeu o pré- julgamento efetuado pelo mesmo. Como ele pareceu não ligar para isso, acabei descidindo por levar na brincadeira. Também nem conhecia mesmo o vendedor e bem provável que nunca mais o veria, portanto optei por comprarmos o colchão ali mesmo e dar o fora.
Na saída eu falei para o meu cunhado: "será que o cara pensou algo do tipo: lá vai o casalzinho estrear o colchão novo". Ele deu risada e eu também. Assim acaba mais uma saga deste hetero que passa por muita confusão.
Aprendi um outro lado do meu cunhado que até então eu desconhecia. Achava que ele não admitiria ser confundido em sua orientação sexual. Ele acabou levando o incidente bem melhor do que eu, confessso.
Lá estávamos eu e meu cunhado na loja de colchões e o vendedor muito solícito estava mostrando a sua grande variedade de modelos e preços. Eu ali analisando sem muito interesse, apesar de ser para a minha querida mãezinha a gente não cuida muito e só olha a parte prática e objetiva do produto.
Em certo momento o vendedor diz que "nós" gostaríamos de um determinado modelo e que o mesmo era muito durável.
Nesse momento eu fiquei meio cabrero com o comentário do cidadão, pois desde que cheguei ali deixei bem claro que o colchão era para os meus pais. Comecei a prestar mais atenção em suas palavras do que nas qualidades dos colchões e nos preços. O meu cunhado parece que não havia reparado na forma como o vendedor estava encarando o cliente.
Logo depois dessas observações eu reparei que o vendedor usa novamente a expressão "nós" e interrompi o seu discurso e expliquei bem explicado que, como havia dito anteriormente, o colchão era para os meus pais. A reação do vendedor foi a pior possível, deu a impressão de que ele havia pensado que "essa é a desculpa que sempre um casal gay usa". Neste momento surge um grande dilema. Se eu fico mais irritado com o vendedor e vou para outra loja, fica a impressão de que o casalzinho foi pego e agora, envergonhado, se retira. Mas ficando, se fingindo de palmeira ao vento, parece que a gente não liga para o fato. Algo como: "somos mesmo e daí?" Olhei para o meu cunhado que diante o meu diálogo com o vendedor finalmente percebeu o pré- julgamento efetuado pelo mesmo. Como ele pareceu não ligar para isso, acabei descidindo por levar na brincadeira. Também nem conhecia mesmo o vendedor e bem provável que nunca mais o veria, portanto optei por comprarmos o colchão ali mesmo e dar o fora.
Na saída eu falei para o meu cunhado: "será que o cara pensou algo do tipo: lá vai o casalzinho estrear o colchão novo". Ele deu risada e eu também. Assim acaba mais uma saga deste hetero que passa por muita confusão.
Aprendi um outro lado do meu cunhado que até então eu desconhecia. Achava que ele não admitiria ser confundido em sua orientação sexual. Ele acabou levando o incidente bem melhor do que eu, confessso.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Ainda Expressões Lúdicas.
Postei um fato que ocorre muito e tenho a certeza que mesmo colocando como o personagem-alvo da brincadeira um ser do sexo masculino, muitas mulheres se identificaram com o padrão e até acabaram por ganhar uma empatia pelo sujeito. Claro que aqui não estou pedindo a manifestação de ninguém.
Isso é um fato normal e corriqueiro. Pode se considerar um tanto infantil de nossa parte quando essas emoções meio...cinzas surgem das profundezas de nosso âmago com uma fúria indescritível por uma pessoa que por dias atrás você era capaz de quase tudo por um sorriso dele(a).
Realmente ambas as sensações fazem parte de uma mesma moeda, gumes de uma mesma lâmina(vai gostar de clichês assim lá longe) e todos sabem disso. Pois atire a primeira pedra quem não já vivenciou o fato.
Não há do que se envergonhar, isso é parte do amor próprio, parte de seu orgulho ferido e totalmente compreensível, estranho seria o contrário. A diferença que está presente entre os indivíduos diante dessa situação é o que fazemos depois dela. Cultivar vingança, ódio, entre outros atributos negativos que pode ser arquitetado e até obter-se o êxito. Como o mais comum, o "trabalho" não frutificar e ainda causar mais frustrações. Pior de tudo, a pessoa na maioria dos casos nem lembra mais de você.
Portanto, o melhor é esquecer disso e seguir em frente. Aqui entre nós, simples de dizer e complicado de se cumprir.
Isso é um fato normal e corriqueiro. Pode se considerar um tanto infantil de nossa parte quando essas emoções meio...cinzas surgem das profundezas de nosso âmago com uma fúria indescritível por uma pessoa que por dias atrás você era capaz de quase tudo por um sorriso dele(a).
Realmente ambas as sensações fazem parte de uma mesma moeda, gumes de uma mesma lâmina(vai gostar de clichês assim lá longe) e todos sabem disso. Pois atire a primeira pedra quem não já vivenciou o fato.
Não há do que se envergonhar, isso é parte do amor próprio, parte de seu orgulho ferido e totalmente compreensível, estranho seria o contrário. A diferença que está presente entre os indivíduos diante dessa situação é o que fazemos depois dela. Cultivar vingança, ódio, entre outros atributos negativos que pode ser arquitetado e até obter-se o êxito. Como o mais comum, o "trabalho" não frutificar e ainda causar mais frustrações. Pior de tudo, a pessoa na maioria dos casos nem lembra mais de você.
Portanto, o melhor é esquecer disso e seguir em frente. Aqui entre nós, simples de dizer e complicado de se cumprir.
Humor: Minha Visão Analítica sobre Mulheres e Homens.
Muitas vezes fui flagrado admirando a foto de uma mulher semi-nua. Nem dou o trabalho de explicar que se vissem as formas mentais não seria nada pornográfico(97% das vezes). Mas supondo que eu salvaria o mundo se dormisse(consumisse) com uma tiazinha ou uma feiticeira, podem ficar sossegados. Nós homens estamos bem! Hoje se criou vários esteriótipos femininos. Tem mulher para tudo que é gosto, um paraíso aos ecléticos.
Hoje o cara tem mulheres:
1. Fitness.
2. Top models.
3. Isntinto básico(cachorras).
4. Colegiais(patricinhas).
5. Peruas.
6. Top Models(book only).
7. As normais.
Aí as mulheres vão dizer: "Mas temos homens variados também!"
Mentira!
1. Sarados
2. Modelos
3. Bad Boys
4. Colegiais?
5. Mauricinhos(?)
6. Não existe homem só "Book Only".
7. Os normais.
Hoje temos mulheres divididas em todas as categorias acima. Fora as velhas taradas, as barangas, as caídas do trem que não contam nos dois casos. Hoje você vai num Shopping e encontra uma fartura dos sete tipos de mulheres. Mas homens? No caso seis(mulheres bonitas de rosto e corpo mas sem altura para ser modelo de passarela). Nem sete são, cara só chama a atenção sendo alto. Já as mulheres "mignon" sempre estão em alta! Nos normais já incluem os mauricinhos e colegiais que são o "porre" da mulherada, é ou não é?!
Onde tem muito movimento, eu não vejo uma riqueza de homens do tipo Bad Boys, Modelos e caras malhados.Agora os sete tipos de mulheres, vc acha em qualquer Shopping e barzinho hoje em dia. Mulher sempre se arruma para sair, homem com cara de que do jeito que acordou foi pra rua tem aos milhares.
Não fiquem tristes mulheres! Vocês são maravilhosas!
Hoje o cara tem mulheres:
1. Fitness.
2. Top models.
3. Isntinto básico(cachorras).
4. Colegiais(patricinhas).
5. Peruas.
6. Top Models(book only).
7. As normais.
Aí as mulheres vão dizer: "Mas temos homens variados também!"
Mentira!
1. Sarados
2. Modelos
3. Bad Boys
4. Colegiais?
5. Mauricinhos(?)
6. Não existe homem só "Book Only".
7. Os normais.
Hoje temos mulheres divididas em todas as categorias acima. Fora as velhas taradas, as barangas, as caídas do trem que não contam nos dois casos. Hoje você vai num Shopping e encontra uma fartura dos sete tipos de mulheres. Mas homens? No caso seis(mulheres bonitas de rosto e corpo mas sem altura para ser modelo de passarela). Nem sete são, cara só chama a atenção sendo alto. Já as mulheres "mignon" sempre estão em alta! Nos normais já incluem os mauricinhos e colegiais que são o "porre" da mulherada, é ou não é?!
Onde tem muito movimento, eu não vejo uma riqueza de homens do tipo Bad Boys, Modelos e caras malhados.Agora os sete tipos de mulheres, vc acha em qualquer Shopping e barzinho hoje em dia. Mulher sempre se arruma para sair, homem com cara de que do jeito que acordou foi pra rua tem aos milhares.
Não fiquem tristes mulheres! Vocês são maravilhosas!
Humor: Momentos Homos na vida de um Hetero.
Nada melhor do que rir de seus momentos. A vida é cheia de lições e fatos hilários que enriquecem a nossa vivência. Aqui vou colocar alguns fatos de minha saga, onde deturparam ou "julgaram" a minha orientação sexual. Que não foram poucas, diga-se de passagem. Hoje em dia creio que momentos vividos como o meu sejam mais frequentes, uma vez que há uma maior liberação sexual e um menor preconceito quanto aos homossexuais.
Segue o primeiro de uma série:
Esta mensagem eu escrevo pensando em momentos da minha vida que as denomino como: "The Gay Moments of My Life"!
Eu tenho a mania de falar sozinho e, às vezes, faço vozes afeminadas. Podem imaginar o que já ocorreu em minha vida. Mas no caso aqui não é exatamente este. Estou também totalmente no ócio, então...
COMPRANDO REVISTA EM BANCA
Para começar, é necessário esclarecer que a revista em questão era "Aero Magazine". Uma revista específica de aviação. Havia uma reportagem especial e fui procurar nas bancas próximas de minha residência e foi quando o inusitado aconteceu:
Eu: -Olá!-Você teria aí a revista AeroMagazine?
Jornaleiro: -Não, essa revista já acabou!
Eu,refletindo: -Caramba! Como é uma revista de pouca saída, deve ter adquirido apenas um exemplar.
Eu: -Bom, então vou procurar em outra banca. Mesmo assim, muito obrigado!
Quando dou as costas ao jornaleiro, este faz um comentário:
Jornaleiro: -Sabe como é, né?! Quando sai alguém famoso, acaba logo!...
Eu, confuso refletindo: Famoso? Na capa, que eu lembre, só havia a foto do Comandante Barros. Está certo de que ele é famoso no meio da aviação, mas...
Pela minha cara o jornaleiro complementa: -sabe como é, o Vampeta. Tem muita gente que ficou curiosa...
Eu, mais confuso ainda:-Vampeta?!?!?!?! O que ele estaria fazendo na AeroMag...Hei, peraê! Cara, você está confundindo! Eu falei AeroMagazine e não G-Magazine!
Você tá loco! Você é surdo!
Eu já estava às gargalhadas por dentro, mas mantive o tom de indignação diante a cara do jornaleiro que estava todo sem saber o que dizer.
Jornaleiro: -Por favor, me desc...
Eu, cortando: -Se eu não tivesse me tocado e ido embora?
Você e seu amigo estariam comentando: -Olha lá u frutinha indo embora, não é?
Jornaleiro:-Não, imagina!
Eu: -Se achou que eu tenho cara de viado?!(cerrando o punho)
Jornaleiro:-Não, pelo amor de Deus, não! Nem sei que cara que viado tem!
Depois do barraco, o jornaleiro achou a minha revista e fez um desconto. Posso não possuir uma imagem viril ou seja lá o que for, mas tem lá suas vantagens!
Pois então, fica o ditado:
"Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura."
Eu sei que não tem nada a ver, mas precisava fechar a idéia!
Segue o primeiro de uma série:
Esta mensagem eu escrevo pensando em momentos da minha vida que as denomino como: "The Gay Moments of My Life"!
Eu tenho a mania de falar sozinho e, às vezes, faço vozes afeminadas. Podem imaginar o que já ocorreu em minha vida. Mas no caso aqui não é exatamente este. Estou também totalmente no ócio, então...
COMPRANDO REVISTA EM BANCA
Para começar, é necessário esclarecer que a revista em questão era "Aero Magazine". Uma revista específica de aviação. Havia uma reportagem especial e fui procurar nas bancas próximas de minha residência e foi quando o inusitado aconteceu:
Eu: -Olá!-Você teria aí a revista AeroMagazine?
Jornaleiro: -Não, essa revista já acabou!
Eu,refletindo: -Caramba! Como é uma revista de pouca saída, deve ter adquirido apenas um exemplar.
Eu: -Bom, então vou procurar em outra banca. Mesmo assim, muito obrigado!
Quando dou as costas ao jornaleiro, este faz um comentário:
Jornaleiro: -Sabe como é, né?! Quando sai alguém famoso, acaba logo!...
Eu, confuso refletindo: Famoso? Na capa, que eu lembre, só havia a foto do Comandante Barros. Está certo de que ele é famoso no meio da aviação, mas...
Pela minha cara o jornaleiro complementa: -sabe como é, o Vampeta. Tem muita gente que ficou curiosa...
Eu, mais confuso ainda:-Vampeta?!?!?!?! O que ele estaria fazendo na AeroMag...Hei, peraê! Cara, você está confundindo! Eu falei AeroMagazine e não G-Magazine!
Você tá loco! Você é surdo!
Eu já estava às gargalhadas por dentro, mas mantive o tom de indignação diante a cara do jornaleiro que estava todo sem saber o que dizer.
Jornaleiro: -Por favor, me desc...
Eu, cortando: -Se eu não tivesse me tocado e ido embora?
Você e seu amigo estariam comentando: -Olha lá u frutinha indo embora, não é?
Jornaleiro:-Não, imagina!
Eu: -Se achou que eu tenho cara de viado?!(cerrando o punho)
Jornaleiro:-Não, pelo amor de Deus, não! Nem sei que cara que viado tem!
Depois do barraco, o jornaleiro achou a minha revista e fez um desconto. Posso não possuir uma imagem viril ou seja lá o que for, mas tem lá suas vantagens!
Pois então, fica o ditado:
"Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura."
Eu sei que não tem nada a ver, mas precisava fechar a idéia!
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Humor: Expressões Lúdicas.
Comportamentos que se transformam em palavras.
O sujeito cheio de paixão:
Toda vez que eu te vejo desperta uma sensação que jamais senti.
O brilho de teus lindos olhos expressivos faz de mim um guerreiro
Teu sorriso melódico faz acreditar que tudo posso, nada me detêm
O charme faz querer atravessar o universo para ficar perto de tua magia.
O mesmo depois da bica:
Dou a volta no mundo mas não quero te encontrar criatura
Com aqueles olhos esbugalhados, devia sair sempre de óculos escuros
Aquela falha no seu dente vive cultivando vegetais após cada refeição
Ficas se achando. Metida, tu não és tudo isso e a fila anda.
O sujeito cheio de paixão:
Toda vez que eu te vejo desperta uma sensação que jamais senti.
O brilho de teus lindos olhos expressivos faz de mim um guerreiro
Teu sorriso melódico faz acreditar que tudo posso, nada me detêm
O charme faz querer atravessar o universo para ficar perto de tua magia.
O mesmo depois da bica:
Dou a volta no mundo mas não quero te encontrar criatura
Com aqueles olhos esbugalhados, devia sair sempre de óculos escuros
Aquela falha no seu dente vive cultivando vegetais após cada refeição
Ficas se achando. Metida, tu não és tudo isso e a fila anda.
domingo, 10 de agosto de 2008
Humor: Já repararam?
Quando a gente aponta os próprios defeitos, parece que desperta
a complacência ou inibe o aguçado senso crítico das pessoas.
Muito interessante a dinâmica comportamental. Que ninguém se
engane, isso é fato mas envolve uma grande arte da pessoa que
está no centro da questão. A pessoa deve ter um toque humorístico
na tirada sobre o seu "defeito", caso contrário passará a impressão
de baixa estima ou ainda pior o efeito pode ser invertido e ressaltar
o seu defeito. Ou seja, o tiro sairia pela culatra.
Um bom exemplo seria este texto mesmo que escrevo para o blog.
O fato de eu colocar ali no assunto, humor,carrega uma grande
responsabilidade(nossa!). Caso não tivesse citado absolutamente nada,
poderia dizer que foi um comentário de alguém que não tem mais
o que fazer. Talvez se eu colocasse no meio do texto um comentário
sinalizando que eu estou anos Luz de um Luis Fernando Veríssimo
atenuaria a visão crítica ferina dos leitores do Blog. Talvez...
a complacência ou inibe o aguçado senso crítico das pessoas.
Muito interessante a dinâmica comportamental. Que ninguém se
engane, isso é fato mas envolve uma grande arte da pessoa que
está no centro da questão. A pessoa deve ter um toque humorístico
na tirada sobre o seu "defeito", caso contrário passará a impressão
de baixa estima ou ainda pior o efeito pode ser invertido e ressaltar
o seu defeito. Ou seja, o tiro sairia pela culatra.
Um bom exemplo seria este texto mesmo que escrevo para o blog.
O fato de eu colocar ali no assunto, humor,carrega uma grande
responsabilidade(nossa!). Caso não tivesse citado absolutamente nada,
poderia dizer que foi um comentário de alguém que não tem mais
o que fazer. Talvez se eu colocasse no meio do texto um comentário
sinalizando que eu estou anos Luz de um Luis Fernando Veríssimo
atenuaria a visão crítica ferina dos leitores do Blog. Talvez...
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Humor: Ainda no Metrô.

Em uma data que não me recordo, perguntaram como é a façanha de eu sempre conseguir desembarcar do interior do metrô mesmo este abarrotado de gente e muito próximo da estação que eu desço. Eu digo que é uma técnica milenar ninja infalível. Depois de lorotas, ladainhas conto que eu trabalho o psicológico das pessoas(não seria mais um êngodo?).
Para cada sexo eu tenho uma estratégia específica. Para os homens eu utilizo vocativos como: "Hey, Diou"(di outro mundo) ou "Ei, parceiro". Para as mulheres simplesmente um "oi" com muita simpatia. Mas isso não é tudo, neste momento é que entra a grande arte. Passo um sinal de força nas entrelinhas. Não sou muito alto(1,77), nem um Mister Universo, mas imponho com uma certa sutileza e passo a mensagem que seria: "Olha, estou sendo muito educado e simpático com você e repare que poderia usar da minha força para o meu intento, mas optei por respeitar a sua pessoa, portanto, espero que consiga prosseguir em paz e sem traumas para ambas as partes."
Assim, a pessoa deve pensar:
1. Cara chato, queria até ser rude ou fingir de palmeira. Mas pelo jeito é melhor dar passagem para o mala.
2. Cara simpático, nem tem como eu negar e nem louco seria. Afinal ele foi muito educado.
Com essa tática utilizada não encontro problemas de nenhuma natureza.
O dia que eu tiver que utilizar o plano "B" eu posto aqui para vocês.
Para cada sexo eu tenho uma estratégia específica. Para os homens eu utilizo vocativos como: "Hey, Diou"(di outro mundo) ou "Ei, parceiro". Para as mulheres simplesmente um "oi" com muita simpatia. Mas isso não é tudo, neste momento é que entra a grande arte. Passo um sinal de força nas entrelinhas. Não sou muito alto(1,77), nem um Mister Universo, mas imponho com uma certa sutileza e passo a mensagem que seria: "Olha, estou sendo muito educado e simpático com você e repare que poderia usar da minha força para o meu intento, mas optei por respeitar a sua pessoa, portanto, espero que consiga prosseguir em paz e sem traumas para ambas as partes."
Assim, a pessoa deve pensar:
1. Cara chato, queria até ser rude ou fingir de palmeira. Mas pelo jeito é melhor dar passagem para o mala.
2. Cara simpático, nem tem como eu negar e nem louco seria. Afinal ele foi muito educado.
Com essa tática utilizada não encontro problemas de nenhuma natureza.
O dia que eu tiver que utilizar o plano "B" eu posto aqui para vocês.
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