Lutas são travadas entre o bem e o mal. Incansavelmente esta luta vem se extendendo por milênios. Forma-se novamente o cenário, em uma época, em umlugar. O bem e o mal novamente se enfrentam. De um lado o Cavaleiro da Luz, do outro o Cavaleiro das Trevas. Em mais um combate de proporções titânicas. Durante o combate o Cavaleiro da Luz se pergunta o porquê desta batalha insana, coloca em xeque o real motivodaquela luta.
-Por que meu Deus, por que desta luta infrutífera?
Devido ao seu questionamento, abre-se uma compaixãoem relação ao Cavaleiro das trevas. Nesse rápido vislumbre, o Cavaleiro da Luz percebe a centelha divina dentro do peito de seu adversário. Nesse instante abaixa a sua guarda. O Cavaleiro das Trevas aproveita deste momento para sobrepujar o Cavaleiro da Luz. Preparando para executá-lo com um sorriso sarcástico no rosto, o Cavaleiro da Luz o sauda. A divindade do meu coração sauda a divindade do seu coração! (Namastê)Sem entender o cavaleiro das trevas aguarda em silêncio, pois anceia por uma explicação. Que saceie a sede do seu questionamento. Sim, caro adversário que sucumbe pela força este ínfimo ser que agora o reverencia.Na verdade, não por sua força e sim pela sua essência divina. Percebo assim que não há o que lutar, uma vez que você e eu temos a mesma origem. Sim agora percebo que você carrega no porão do seucoração a Luz, em nome pela qual eu o combatia.Que é guardada pelo Grande Dragão, Guardião do Egodos homens. Muitos se enganam ao tentar domá-lo e não tentar conviver com ele.Quando achamos que o dominamos, ele avança e encarcera a nossa essência longe do alcance dos homens. Mas agora eu vejo que estava enganado a te combater ao invés de te ajudar a libertar essa Luz. Como eu a vejo? É muito simples meu amigo! Essa Luz, se engana aquele que acha ser possível existir algum lugar onde possa detê-la. Ela só é invisível aos olhos dos que não tiraram o véu da Ilusão!Mas nós, tolos homens somos facilmente enganados e acreditamos que nada mais belo existe dentro de si. E nos amarguramos e seguimos os caminhos das trevas, achando que a essência divina nos abandonaste. Então meu amigo, agora emano minha Luz para que você se lembre de como ela é, e que você consigadestruir a porta do porão do seu coração.O cavaleiro das trevas sem ação rompeu e libertou sua Luz, ficou deprimido de saber o quão tolo foi de ser o único culpado dos seus males. O cavaleiro da Luz, confortou e disse: Não fique assim, Deus te compreende e jamais te recriminará. Não faça isto a si próprio!
-Obrigado cavaleiro da Luz, sei agora do que realmentedevo buscar. Vejo que não tenho um minuto a perder.
Adeus meu nobre amigo. Não há o que agradecer, também acabo de aprendermuito com você!Que seja eterna a nossa ajuda para que todos encontrema Luz do seus corações!
Olá caro visitante! Aqui encontrará bons pensamentos, humor e reflexões que exprimem um pouco do que eu sou e espero que faça você pensar e viajar para fora do nosso cotidiano.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Humor: Porta Mágica.
São oito e vinte da manhã e lá estou eu na plataforma do metrô e como não tenho muito mais o que fazer a não ser ouvir umas músicas no mp3. Daí reparei em uma coisa. Vocês já repararam como a porta do metrô deve ter uma ação mágica nas pessoas? Elas entram apressadas, empurrando tudo e todos que estão a sua frente e logo que passam pela porta, estancam como se fossem de pedra? Curioso isso, não? Fica a impressão de que a porta exerce uma força sobre os seres. Alguma coisa do tipo de acalmá-las ou pretrificá-las. Além disso ainda as mesmas que empurravam quem estava à frente são as mesmas que reclamam de quem age da mesma forma com elas. O mesmo que comenta sobre as pessoas não se encaminharem para o corredor do carro, são as que se justificam dizendo que precisam ficar na porta, pois vão descer nas próximas duas ou três estações. Têm ainda os malas que carregam as mochilas nas costas dando encontrões em todo mundo e nem se tocam, pior, se estressam quando não conseguem passar por um corredor humano estreito. As mulheres que vem com o cabelo molhado. Por que elas, justo elas, têm a mania de ficar ajeitando o cabelo jogando pra lá e pra cá, espirrando aquelas melecas do cabelo? Calçado novo? A lei de Murphy impera nessas horas. Sempre tem uma boa alma com um calçado arrematador para pisar no seu pé, não é mesmo? Por que sempre o nego não chegado em tomar banho quer ficar pendurado do seu lado com a axila estrategicamente postado próximo ao seu nariz? Um mistério. Como que as mulheres conseguem naquele molejo passar maquiagem, rímel e delineador sem se borrar inteira e sem se cegar? Por que sempre dentro deles é hora de passar hidratante nas mãos?
Tudo isso transforma a minha ida rotineira à labuta cheia de mistérios e intrigas.
Tudo isso transforma a minha ida rotineira à labuta cheia de mistérios e intrigas.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Humor: Olho marketeiro.

Apesar da camiseta alvi-verde no canto superior da tela, não vou fazer aqui apologia ao clube Palestra Itália, o time do Jardim Suspenso, nada mais que o melhor, em minha humilde opinião. Fiquem sossgados quanto a isso. O que me traz novamente a escrever aqui é o fato que julgo ser curioso. No lançamento da camisa verde- marca texto(limão), no dia seguinte você encontrava o "genérico" em qualquer bom camelô da praça central de sua cidade.
A camisa roxa do Corinthians não foi a mesma coisa. Não sei se é do conhecimento de vocês mas houve rejeição entre os próprios jogadores. Pois a cor era identificada como uma cor homossexual. Vide o tipiwinki(?) do extinto programa infantil Tele- tubes(Graças A Deus!) que era roxinho e tinha uma voz masculina delicada e andava de bolsinha. Nada contra também. O fato é que você não encontrava uma falsificada no camelô, algumas priscas aparições talvez. Isso demonstra como o mundo corporativo é engraçado. Pois um departamento de marketing de uma multinacional poderosa não teve a leitura correta do seu público-alvo e fez com que perdesse muito dinheiro investido, além da marca negativa que a "invençaõ da roda" gerou. Agora o falsificador que deve estar instalado em um local precário e ermo logo teve a sacada de saber que esse item não viraria nas bancas de sucesso. Fiquei matutando como e onde a empresa detentora dos direitos de uso da marca foi pesquisar a respeito da revolucionária camisa roxa.
Bom, a única coisa relevante nisso tudo foi o fato de poder tirar uma da cara de amigos meus que torcem pelo time supra citado(não consigo dizer o nome do time duas vezes e correto na mesma mensagem) o resto são devaneios de uma fria segunda-feira.
Corrida de Rua.

Comentrei na postagem do Kung-fu que foi por ele que cheguei a me tornar um corredor de rua. Muita gente considera- nos como maratonistas. Na realidade nós não somos, pois corremos, em média, provas de menor distância que é de dez kilômetros, enquanto uma maratona são um pouco mais de quarenta e dois. Uma pequena diferença...Não existe prova olímpica desta distãncia e nem em seu formato. Mas se considerar maratonista quem corre uma certa distância que para os valores de alguns parece intangível, pode se dizer assim que não está incorreto. Explicar tudo isso ao sujeito também pode tornar a conversa pra lá de chata.
Os novos praticantes que eu ando...arrebanhando, sempre adiantam em dizer que não vão nos acompanhar e a retórica sempre é dita. A corrida de rua faz o sucesso que faz pelo fato que você não está competindo com ninguém além de você mesmo. Excetuando os profissionais que vivem do esporte, claro. É a sua própria superação, desafio ao seu eu interior. Não incomum ver lágrimas do iniciante, alegria altamente contagiante, o vício sadio do praticante. Pois a sua auto-estima vai às alturas. Ele descobre que há uma força interior que não imaginava. Isso, por mais que eu fique aqui dissertando sobre o tema, jamais conseguirei transmitir o que realmente se sente. Só quem correu uma prova para saber.
A corrida de rua tem a vantagem que com um acompanhamento médico não há um limite de idade que vá afetar o seu gosto por este esporte. Pois como você vai estar desafiando a você mesmo, não tem como o fato do corpo não estar mais em seu ápice ser um revés. Pois eis que surge um novo desafio ao vivente. Eu só não dou mais atenção ao esporte pelo fato que no Kung-fu ainda preciso da explosão física e ambos necessitam de uma maior dedicação e no momento ainda opto pela arte milenar chinesa.
Os novos praticantes que eu ando...arrebanhando, sempre adiantam em dizer que não vão nos acompanhar e a retórica sempre é dita. A corrida de rua faz o sucesso que faz pelo fato que você não está competindo com ninguém além de você mesmo. Excetuando os profissionais que vivem do esporte, claro. É a sua própria superação, desafio ao seu eu interior. Não incomum ver lágrimas do iniciante, alegria altamente contagiante, o vício sadio do praticante. Pois a sua auto-estima vai às alturas. Ele descobre que há uma força interior que não imaginava. Isso, por mais que eu fique aqui dissertando sobre o tema, jamais conseguirei transmitir o que realmente se sente. Só quem correu uma prova para saber.
A corrida de rua tem a vantagem que com um acompanhamento médico não há um limite de idade que vá afetar o seu gosto por este esporte. Pois como você vai estar desafiando a você mesmo, não tem como o fato do corpo não estar mais em seu ápice ser um revés. Pois eis que surge um novo desafio ao vivente. Eu só não dou mais atenção ao esporte pelo fato que no Kung-fu ainda preciso da explosão física e ambos necessitam de uma maior dedicação e no momento ainda opto pela arte milenar chinesa.
sábado, 2 de agosto de 2008
O poder seduz.

Tive uma passagem pelo Judô. Isso realmente foi há muito tempo mesmo. Pois eu era uma criança de apenas dez anos de idade. Foi uma passagem de um pouco mais de um ano pela academia patrocinada pela prefeitura de Santo André e como a minha querida mamãe não fez a inscrição, eu simplesmente fui proibido de continuar. Não sei como seria se tivesse continuado.
Mas o que leva a lembrar- me desse fato pretérito é outra cousa. Tive uma experiência ali que me deixou pensativo por muito tempo. Dentro dos treinos de Kung-fu, quando começamos a representar o seu nome dentro e fora. Começamos a aprender técnicas de outros estilos de artes marciais. Pois isso ainda ocorre de algum ser desorientado querer ter o seu minuto de fama e comparecendo ali e tentar usar de suas técnicas para mostrar o quão falho é aquela determinada linha. Fato triste e que realmente dificilmente ocorre, mas como diz o velho ditado: "seguro morreu de velho". Portanto, uma das técnicas passadas era a luta de chão que é especialidade de jiu-jiteiros e que remetem ao meu tempo de Judô. Que voltei a refletir a minha experiência de criança e cheguei a algumas conclusões que na época era incapaz de compreender. Foi a aplicação do estrangulamento chamado no Judô de Shimewaza e a técnica utilizada foi a juji jime kata. Que está ilustrando nesta mensagem para facilitar a visualização do leitor. Pego dessa maneira com as costas do oponente contra o solo, não há como escapar. Em segundos a pessoa desfalece. A maneira de se evitar é não ficar nessa posição. Apesar que no jiu-jitsu é pouco utilizado pelo fato que dificilmente o adversário deixaria ser pego em algo tão primário. Ainda digo que tudo isso não tem a ver com o que eu quero narrar que foi a sensação de....sentir- se Deus... Sim, pois quando você aplica este estrangulamento é bloqueado a sua respiração e a circulação do sangue à cabeça, os olhos de seu oponente começam a girar se ele não "bate"(1) rapidamente e tenta com bravura( para não dizer burrice) se livrar da mesma. Só que em uma disputa que eu consegui aplicá-la e ocorreu o descrito acima, por uma fração de segundo eu não queria soltá-lo, pois aquilo facinou-me por demais. Sentia que a vida da pessoa estava a minha mercê, tinha o poder de manter ou ceifá-la a meu bel prazer.
Hoje percebo que fui seduzido pelo poder e tracei um paralelo que envolve a violência, que é o fato de uma pessoa que sofre opressão por anos a fio e pega em uma arma se não ocorre algo semelhante. Nada, nunca teve controle de coisa alguma, só conheceu a dor e desmandos. Oprimida sempre pela força e jamais conheceu algo como respeito, só o medo. De repente ela se encontra do outro lado dessa realidade, será que não se sentiria seduzida por essa mesma força sombria. Eu apliquei o golpe mesmo depois de tornar-me um homem e confesso que ainda seduz. Será que um adolecente privado de tudo, do possível ao imaginário teria equilíbrio ao sentir essas sensações? Bom, não sou nenhum psicólogo ou estudioso das patologias sociais. Só estou tentando entender alguma das coisas que ocorrem em nossas vidas. Não entro nem no mérito da responsabilidade que governantes e nós da sociedade temos sobre esse drama social. Só acho interessante esta visão que me fez refletir e chegar ao que acabo de passar aqui para vocês.
(1)o ato de bater é entregar a luta, onde você deve bater em qualquer parte do corpo do adversário por três vezes ou enquanto não se sente que o aplicador está ciente de sua desistência.
Por Três Vezes, Digo
A vida era simples até te conhecer
sem medos ou incertezas
Uma revolução se instala em meu ser
que traz entregas e promessas
Ashita anata no kimochi ga hanarete mo
Kitto kawarazu aishiteiru
Ashita anata ni boku ga mienakute mo
Kitto kawarazu aishiteiru(1)
A vida era simples até te conhecer
sem medos ou incertezas
Uma revolução se instala em meu ser
que traz entregas e promessas
even if tomorrow your feelings are far away
I'll still love you without fail
even if tomorrow you can't see me
I'll still love you without fail (1)
A vida era simples até te conhecer
sem medos ou incertezas
Uma revolução se instala em meu ser
que traz entregas e promessas
Amanhã, mesmo que seus sentimentos nos separe
Com certeza continuarei te amando.
Amanhã, mesmo que você não possa me ver
Com certeza continuarei te amando(1)
(1) Trecho da música Cassis - The Gazette e suas traduções para o inglês e português respectivamente.
http://br.youtube.com/watch?v=ZJFsw1Xv70E
O uso incorreto do saber.

"uma das maiores vantagens da erudição é que através dela conseguimos aplacar nossas vontades... e nossa consciência, ao mesmo tempo..."
Autor:Benedicto Cohen(Bene) - Lista Voadores.
http://br.groups.yahoo.com/group/voadores/message/82614
O uso incorreto do saber.
Nada poderia ser mais nefasto do que presenciar uma pessoa utilizar-se de sua erudição para corroborar de forma distorcida aquilo que não é correto e de senso comum.
Complicado mesmo de tentar se opor as falácias deste tipo de sujeito. Pois, com toda certeza, ele usará de argumentos e ditos lidos em obras consagradas que confirmariam a sua posição, mas na articulação mesquinha de seu entendimento. Considero que presenciar tal fato como pior do que palavras argumentativas desconexas de um insipiente. Porque esse não sabe e não teve a oportunidade de se erudir ao ponto de descobrir e formar um melhor entendimento da realidade que se encontra imerso. Ao contrário do primeiro que se utiliza da informação para manter-se na zona de conforto e muitas vezes, pior ainda, quando leva terceiros a acreditarem em suas mentiras e, não raramente, não se ressente de tamanho prejuízo causado ao vivente. Claro que nem sempre são fatos de grande relevância, alguns beiram à inocência da pessoa. Mesmo assim, deve se ter uma postura rigída e contestar tal atitude para que ela não comece a achar dona de toda a verdade.
Sem dúvida, o maior abuso que o conhecimento adquirido pelo homem pode sofrer é ser usado como esoconderijo ou para avalisar nossos defeitos, nossos medos, nossas limitações. É o inverso da sabedoria mas muitos se vangloriam sobre seu caráter vil e sua arrogância.
Massami.
Humor: Você gostaria?
Teve um encontro do pessoal da época do meu antigo trabalho. Já faz mais de um ano. Durante a conversa, chegou em um assunto que achei curioso que muita gente fica desconfortável pra falar, inclusive meu ex- chefe gay( ex- chefe, não ex- gay).
Eu estava falando que uma vez na fila do banco tinha dois gays, um aparentava ter em torno 18 a 20 e outro em torno de 40. Estavam ali na fila com altas trocas de carinhos e afagos. Confesso que achava que era bem resolvido com esse tipo de situação mas não tem como eu negar, aquilo de certa forma me incomodava. O gay mais velho saiu fora e ficou na fila o mais novinho com um ar de cachorrinho em exposição. Mas o que ocorre em seguida é que me deixou perplexo. A atendente do banco passou e a bibinha foi acompanhando com o olhar e fuzilou digamos as "partes baixas" da garota. Olhei e conferi se realmente era isso mesmo. Fiquei totalmente confuso dentro dos meus padrões e meus paradigmas sobre o assunto. Não me contive e chamei a atendente(vou preservá-la chamando de Jay) e comecei a falar: - Hey, Jay, chega ae! Olha que coisa inusitada, o gayzinho tava olhando pra sua bunda!
Ato "incontinente e contínuo" dela: - Aí credo!
Eu não concordei com a reação dela, achei um certo excesso de menospreso. Acabei ficando um tanto solidário com o ser menospresado mas também sou amigo dela e respeito a posição dela. Daí falei de sacanagem: - Hey Jay, peraí, primeiro me explica: Você acha nojento o fato de ser um gay que está olhando para a sua bunda ou tem nojo de todos que a olham desta forma assim, num contexto sexual?
Óbvio que ela enrolou e não respondeu!
Depois de "quebrar as pernas" dela complementei: - Olha, eu não vejo assim. Sei lá, sou homem e a gente pensa um pouco diferente. Eu penso assim: Se uma sapata olhar para mim do mesmo jeito que o menino olhou pra sua bunda, ficaria lisonjeado. Independente do contexto, pois ela teria olhado com tesão ou queria ter uma igual. Nos dois casos eu ficaria lisonjeado com o fato, sem traumas. Como ela já tinha deixado de ficar corada pela minha saia justa, soltei: -Então, pensando dessa forma, você não reconsidera o que você disse do rapaz?
Ela gaguejou, pensou e manteve sua posição. Pensei em sacanear mais dizendo algo do tipo: - Bom, se você pensou antes de responder quer dizer que você não acha nojento quando é um homem hetero que olha para a sua bunda! Mas retrocedi, pois apesar da sacanagem ser grande e o meu lado trevoso adorar essas situações, tenho conta ali e cedo ou tarde dependeria de favores dela e queria preservar a minha amizade e então parei por aí.
Voltando ao encontro dos velhos colegas de trabalho, perguntei aos mesmos o que achariam de alguém do sexo oposto sendo homossexual e olhar com desejo físico. Ninguém se manifestou, de ouvintes bem entretidos na história passaram para a condição de desinteressados. Tinha na roda dois homens, três mulheres e o chefe gay. Depois de tanto trabalho para chegar a pergunta que eu realmente gostaria de fazer, conclui que o assunto não poderia morrer dessa forma, portanto fui provocar o meu ex- chefe dizer algo e inqueri: - E aí, vc ainda tem aquele cacoete de olhar para as bundas femininas. Mesmo que não é mais chegado na coisa? Ele respondeu negativamente e eu continuei:: - Mas nem mesmo cobiçando para ter uma igual aquela? Ele responde assim: - Não, eu gosto da minha bunda!
Olha, nunca reparei na bunda dele. Mas fiquei curioso, devo confessar. Mas depois de refletir um pouco, acho que vou morrer com essa dúvida!
Agora, depois da exposição eu lhe pergunto: E você, o que me diz?
Eu estava falando que uma vez na fila do banco tinha dois gays, um aparentava ter em torno 18 a 20 e outro em torno de 40. Estavam ali na fila com altas trocas de carinhos e afagos. Confesso que achava que era bem resolvido com esse tipo de situação mas não tem como eu negar, aquilo de certa forma me incomodava. O gay mais velho saiu fora e ficou na fila o mais novinho com um ar de cachorrinho em exposição. Mas o que ocorre em seguida é que me deixou perplexo. A atendente do banco passou e a bibinha foi acompanhando com o olhar e fuzilou digamos as "partes baixas" da garota. Olhei e conferi se realmente era isso mesmo. Fiquei totalmente confuso dentro dos meus padrões e meus paradigmas sobre o assunto. Não me contive e chamei a atendente(vou preservá-la chamando de Jay) e comecei a falar: - Hey, Jay, chega ae! Olha que coisa inusitada, o gayzinho tava olhando pra sua bunda!
Ato "incontinente e contínuo" dela: - Aí credo!
Eu não concordei com a reação dela, achei um certo excesso de menospreso. Acabei ficando um tanto solidário com o ser menospresado mas também sou amigo dela e respeito a posição dela. Daí falei de sacanagem: - Hey Jay, peraí, primeiro me explica: Você acha nojento o fato de ser um gay que está olhando para a sua bunda ou tem nojo de todos que a olham desta forma assim, num contexto sexual?
Óbvio que ela enrolou e não respondeu!
Depois de "quebrar as pernas" dela complementei: - Olha, eu não vejo assim. Sei lá, sou homem e a gente pensa um pouco diferente. Eu penso assim: Se uma sapata olhar para mim do mesmo jeito que o menino olhou pra sua bunda, ficaria lisonjeado. Independente do contexto, pois ela teria olhado com tesão ou queria ter uma igual. Nos dois casos eu ficaria lisonjeado com o fato, sem traumas. Como ela já tinha deixado de ficar corada pela minha saia justa, soltei: -Então, pensando dessa forma, você não reconsidera o que você disse do rapaz?
Ela gaguejou, pensou e manteve sua posição. Pensei em sacanear mais dizendo algo do tipo: - Bom, se você pensou antes de responder quer dizer que você não acha nojento quando é um homem hetero que olha para a sua bunda! Mas retrocedi, pois apesar da sacanagem ser grande e o meu lado trevoso adorar essas situações, tenho conta ali e cedo ou tarde dependeria de favores dela e queria preservar a minha amizade e então parei por aí.
Voltando ao encontro dos velhos colegas de trabalho, perguntei aos mesmos o que achariam de alguém do sexo oposto sendo homossexual e olhar com desejo físico. Ninguém se manifestou, de ouvintes bem entretidos na história passaram para a condição de desinteressados. Tinha na roda dois homens, três mulheres e o chefe gay. Depois de tanto trabalho para chegar a pergunta que eu realmente gostaria de fazer, conclui que o assunto não poderia morrer dessa forma, portanto fui provocar o meu ex- chefe dizer algo e inqueri: - E aí, vc ainda tem aquele cacoete de olhar para as bundas femininas. Mesmo que não é mais chegado na coisa? Ele respondeu negativamente e eu continuei:: - Mas nem mesmo cobiçando para ter uma igual aquela? Ele responde assim: - Não, eu gosto da minha bunda!
Olha, nunca reparei na bunda dele. Mas fiquei curioso, devo confessar. Mas depois de refletir um pouco, acho que vou morrer com essa dúvida!
Agora, depois da exposição eu lhe pergunto: E você, o que me diz?
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
O "Start" na Minha Qualidade de Vida.

Kung-fu o Início de Tudo.
Vou colocar um breve relato da guinada que a minha vida tomou a partir do dia em que voltei a treinar Kung-fu na boa e velha academia Tai-chi em Santo André. Havia treinado há algumas décadas ali e deixei por motivos de estudo com a promessa que voltaria. Tardei mas não faltei. Agora não vou dizer que jamais sairei dali, pois a vida é cheia de imprevistos e mudanças, então não há nenhuma garantia do que será o nosso amanhã.
A volta foi pelo fato de estar sedentário e acima do peso e não estava satisfeito comigo mesmo, além do fato que sempre gostei de artes marciais e mesmo sendo descendente de japoneses, a minha empatia por essa arte chinesa sempre me fascinou. Talvez pelos filmes classe "C" que passavam na extinta rede Record de Televisão.
Voltei já adulto e não imaginava que poderia progredir de forma radical, talves o corpo não aceitasse isso de bom agrado. Mas, para a minha grata surpresa, a evolução foi além do esperado. Faltava- me um pouco de fôlego e resistência física e fui aconselhado a efetuar corridas rotineiras de explosão e longas distâncias. Foi daí que descobri uma nova paixão que dura mais de três anos.
Com o passar do tempo, senti necessidade de ganhar um pouco de massa muscular. Onde fui atrás de uma academia de musculação e depois de atingir os meus objetivos, percebi que não devia parar, pois agora eu tinha maior "punch" e com esse benefício ganhei de brinde saltos mais amplos, melhor postura, melhor, melhor...Além do ambiente dali ser muito legal(SESC - Consolação).
Portanto, agora eu estou nessa super jornada. Onde eu faço Kung-fu três vezes, executo duas corridas longas(10 a 15Km) e duas incursões na musculação toda a semana. Mas quando aproxima uma prova no calendário de corridas, dou maior ênfase nela. Enquanto o corpo não pedir arrego, não começar a reclamar de nada, vou nessa tocada. Tenho amigos e professores de educação física e pelo o que eles acompanham, dizem que isso não é excesso. "Will see..."
Muita gente não entende a minha devoção ao Kung-fu e nem as emoções que meus amigos e amigas
passam nas corridas de rua. Somente quem vivencia com propósitos como os que me acompanham poderão entender.
Depois de explicar a origem do salto quântico na qualidade de vida que eu adquiri, comentarei as aventuras, causos e relatos da minha vivência nessa área. Até que joelhos, tornozelos, ligamentos nos separem!(não devia brincar com essas coisas)
Ser de Luz - Subzero - A Luz que Mora no Coração.

Quarta-feira, anceio a chegada deste dia desde segunda.
Por que? Também não faço idéia, só sei que era mais umas
das noites que não deveria faltar ao IPPB(1). Preparei-me antes,
fiz exteriorizações, mas fui ciente de que não poderia deixar
a anciedade tomar conta de mim.
O Wagner fala que está doente, não pode falar muito.
Vai, somente, colocar algumas músicas e que devemos inspirar
nos Devas. Não como apenas anjos, e sim como todos os seres
divinos. Explica de que os Devas são seres de muita luz que
transcende as formas e sentimentos. Mas que são seres de muito
Amor.
Cerro os olhos, caio nas ondas mágicas da música e inicia a
minha viagem. Uma viagem além das esferas terrestres, além
do sistema, além das galáxias, além do Universo...Uno com
Brahman(2), dentro de meu coração!
A LUZ QUE MORA NO CORAÇÃO
Enquanto viajo pelos acordes da música, vou sendo tomado por
um sentimento, creio ser o "Amor que Gera a Vida"(3). Tamanha
magnitude não consigo apenas irradiar esta energia ao "restrito"
mundo terrestre, nem para nossa galáxia. Sim, desejo o bem
para todo o nosso Universo. Isto não é o ego fazendo achar- me
poderoso, é este Amor que não conhece fronteiras, não conhece
limites.
Vejo crianças de mãos dadas, uma estende a mão até a mim dizendo
com seu sorriso:
Vamos brincar de roda, ciranda, cirandinha, uma volta vamos dar!
Como negar algo a este ser que me convida com um grande brilho
em seu olhar?!
A este convite vou feliz até no mais denso dos umbrais!
Vou com elas sem saber para onde estão me levando, mas, nesse
momento, de nada importa.
Estou vagando no espaço e olhando em volta me pergunto, onde
foram as crianças?
Estão aqui, percebo que as Luzes que me envolvem são os meus
amiguinhos!
Contemplo a beleza e a vastidão do Universo, sinto o Amor emanado
pelo brilho de cada estrela.
Apesar da grandiosidade do Universo sinto ele todo dentro de mim.
"Há uma luz que brilha mais do que bilhões de sóis juntos.
É a essência da alma. Essa é a luz que mora no coração."
Esta frase que abre o programa do Wagner na rádio, pertencente
a Shankara, nunca fizera tanto sentido para mim. Quantos
ensinamentos ocultos em várias frases destes seres iluminados.
Com uma grande satisfação, olho para as Luzes, sinto o seu sorriso
e agradeço por tudo que eu estou sentindo neste momento.
Sinto que também preciso retornar àquele corpo que me chama.
Parto feliz, pois agora eu sei, ou melhor, tenho certeza de que tudo
está dentro de mim. Volto para o meu corpo dentro da ilusão cotidiana.
Mas estou em êxtase de saber que pelo maya(4) do meu corpo eu estou
aqui, mas pela minha alma sou Uno com tudo e com todos.
SOMOS TODOS UM SÓ!
Massami, 12 de maio de 2001.
(1) http://www.ippb.org.br
(2) em sânscrito para Deus
(3) frase criada pelo Wagner Borges para diferenciar o Amor
fraterno e sincero.
(4) Ilusão, matrix.
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